segunda-feira, 25 de julho de 2011

Lua Nova

Ainda assim, naquele instante, eu me senti bem. Inteira.
Pude sentir meu coração batendo no peito, o sangue pulsando quente e rápido por minhas veias de novo.
Meus pulmões encheram-se do doce aroma que vinha da pele dele. 
Era como se nunca tivesse havido um buraco em meu peito. 
Eu estava perfeita - não curada, mas como se nunca tivesse sido ferida.

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